Autor: Harlan Coben
Editora: Arqueiro
Ano: 2010
Gênero: Ficção policial americana
Páginas: 271
Sempre fui apaixonada por livros do gênero policial. Não é atoa que sou uma fã de carteirinha da Agatha Christie. Porém, conheci poucos escritores que me conquistassem nesse segmento.
Desde o ano passado tenho ouvido e lido de várias pessoas comentários do tipo: Harlan Coben é ótimo, que ele viria a Bienal e tudo era só elogios.
Ansiosa e desconfiada escolhi o livro Cilada (porque não posso ver asas) para conhecer a produção do digníssimo Harlan. E olha, que leitura!!!rs
Até agora ele está no meu top five de melhores leituras nesse ano! Mas, poxa, a gente só está em abril! Pois é, mas até dezembro vamos ver se alguém o supera!
Bom, em Cilada temos vários fatos e personagens que acabam se conectando, movimentando a história e a deixando mais intrigante. São um conjunto de segredos e descobertas que ajudam ou dificultam na elucidação dos casos.
O livro tem início com o personagem Dan Mercer, por ele sabemos um pouco (repito, um pouco) do seu passado conturbado e trajetória de vida. Por exemplo, que ele foi casado e é treinador de um time formado por crianças órfãs.
Após um dos treino ele recebe uma ligação de uma garota de seu conhecimento para que ele a visitasse em casa. Ao chegar ao seu destino ele é surpreendido pela famosa repórter Wendy Tynes e todo os seus aparatos responsáveis por transmitir e acusar em rede nacional Dan Mercer de pedofilia.
E, enquanto isso, no mesmo vilarejo Haley McWaid uma garota de 17 anos que cobrava o melhor desempenho de si mesma, que almejava um grande futuro, repleto de realizações e sonhos que uma adolescente poderia alcançar tem seus sonhos interrompidos... Haley desaparece, misteriosamente, deixando sua família transtornada.
Mesmo com Dan sendo acusado de pedofilia e tendo contra ele várias provas, como uma porção de fotos com crianças nuas. O desaparecimento de Haley, inicialmente, não tinha sido relacionado ao mais novo criminoso do vilarejo. Até que um dia...
No entanto, a personagem que mais gostei apesar de ter odiado a Wendy no início é quem faz a trama rolar. A jornalista mais audaciosa que já vi segue seus instintos e apesar de ela ter acusado Dan e exposto suas atrocidades ao mundo e consequentemente ter saído como uma heroína. A mesma não consegue sentir que Dan seja um pedófilo. E por isso, vai atrás de tudo que pode investigando o passado de Dan, criando contas falsas em redes sócias tudo na tentativa de montar um perfil comportamental para Mercer. E é nessas tentativas que histórias e mais personagens vão surgindo a ponto de colocar a integridade física e moral da jornalista e de seu maior tesouro, seu filho adolescente Charlie.
O livro me surpreendeu em vários quesitos. A personalidade de cada personagem (principalmente as femininas) foi o que mais me chamou à atenção. Wendy Tynes é destemida, inteligente, mãe, viúva, ágil, irônica, sexy e em busca por respostas não mede esforços ao adentrar e "cutucar" nas feridas dos outros. Ela chega a ser até irritante e inconveniente com tantas ligações, blefes e perseguições. E após ela também ser vitima de uma cilada, nem isso é suficiente para que ela aperte o freio.
O desfecho do caso da Haley e a importância de se perdoar os outros e as injustiças que a vida pode proporcionar me fizeram ir as lágrimas.
Merece destaque também, os advogados de defesa de Dan Mercer e Ed Grayson. Ambos me impressionaram com suas reflexões e argumentos ácidos sempre a procura de uma brecha nas leis o que é próprio do Direito. Enfim, o livro superou todas as minhas expectativas e me deixou com um gostinho de quero mais! Quero mais livros do Harlan Coben, pretendo ler todos daqui pra frente.
O livro tem início com o personagem Dan Mercer, por ele sabemos um pouco (repito, um pouco) do seu passado conturbado e trajetória de vida. Por exemplo, que ele foi casado e é treinador de um time formado por crianças órfãs.
Após um dos treino ele recebe uma ligação de uma garota de seu conhecimento para que ele a visitasse em casa. Ao chegar ao seu destino ele é surpreendido pela famosa repórter Wendy Tynes e todo os seus aparatos responsáveis por transmitir e acusar em rede nacional Dan Mercer de pedofilia.
E, enquanto isso, no mesmo vilarejo Haley McWaid uma garota de 17 anos que cobrava o melhor desempenho de si mesma, que almejava um grande futuro, repleto de realizações e sonhos que uma adolescente poderia alcançar tem seus sonhos interrompidos... Haley desaparece, misteriosamente, deixando sua família transtornada.
Mesmo com Dan sendo acusado de pedofilia e tendo contra ele várias provas, como uma porção de fotos com crianças nuas. O desaparecimento de Haley, inicialmente, não tinha sido relacionado ao mais novo criminoso do vilarejo. Até que um dia...
No entanto, a personagem que mais gostei apesar de ter odiado a Wendy no início é quem faz a trama rolar. A jornalista mais audaciosa que já vi segue seus instintos e apesar de ela ter acusado Dan e exposto suas atrocidades ao mundo e consequentemente ter saído como uma heroína. A mesma não consegue sentir que Dan seja um pedófilo. E por isso, vai atrás de tudo que pode investigando o passado de Dan, criando contas falsas em redes sócias tudo na tentativa de montar um perfil comportamental para Mercer. E é nessas tentativas que histórias e mais personagens vão surgindo a ponto de colocar a integridade física e moral da jornalista e de seu maior tesouro, seu filho adolescente Charlie.
O livro me surpreendeu em vários quesitos. A personalidade de cada personagem (principalmente as femininas) foi o que mais me chamou à atenção. Wendy Tynes é destemida, inteligente, mãe, viúva, ágil, irônica, sexy e em busca por respostas não mede esforços ao adentrar e "cutucar" nas feridas dos outros. Ela chega a ser até irritante e inconveniente com tantas ligações, blefes e perseguições. E após ela também ser vitima de uma cilada, nem isso é suficiente para que ela aperte o freio.
O desfecho do caso da Haley e a importância de se perdoar os outros e as injustiças que a vida pode proporcionar me fizeram ir as lágrimas.
Merece destaque também, os advogados de defesa de Dan Mercer e Ed Grayson. Ambos me impressionaram com suas reflexões e argumentos ácidos sempre a procura de uma brecha nas leis o que é próprio do Direito. Enfim, o livro superou todas as minhas expectativas e me deixou com um gostinho de quero mais! Quero mais livros do Harlan Coben, pretendo ler todos daqui pra frente.




Confesso não me interessar muito por esse tipo de livro mas gostei da resenha, pelo o que você descreveu parece ser bom.
ResponderExcluirhttp://whyalasca.blogspot.com.br/
Ele não é bom, é perfeito!rs
ExcluirObrigada pela visita!
Beijos!
O único livro que vai super esse no top 5 vai ser outro do Harlan kk. Comecei por Cilada também, foi o primeiro livro do autor que li e desde então se tornou um vício ler algo do Coben. Te indico ler Desaparecido para sempre ou O Inocente, Não Conte a Ninguém também é muito bom, são os melhores... (independentes)..
ResponderExcluirAbraços
www.entrepaginasdelivros.com/
Caíque, eu percebi! E pensando na sua indicação vou começar a ler "Desaparecido Para Sempre".
ExcluirObrigada pela visita.
Beijos!