Título original: If I Stay
Título traduzido: Se Eu Ficar
Gênero: Drama
Ano de produção: 2014
Diretor: R.J. Cutler
Se Eu Ficar- Sinopse:
Mia Hall (Chlöe Grace Moretz) é uma prodigiosa musicista que vive a dúvida de ter que decidir entre a dedicação integral à carreira na famosa escola Julliard e aquele que tem tudo para ser o grande amor de sua vida, Adam (Jamie Blackley). Após sofrer um grave acidente de carro, a jovem perde a família e fica à beira da morte. Em coma, ela reflete sobre o passado e sobre o futuro que pode ter, caso sobreviva.
Oi, leitores!
Já faz um tempinho que não escrevo nada sobre filmes por aqui, algo estranho, já que tenho assistido a vários. Mas o que eu vou comentar eu assisti no ano passado e é uma adaptação baseada em um livro também, de mesmo nome: Se Eu Ficar.
Ele parece ter caído no gosto dos jovens e estimulado a leitura do livro. O que é muito bom! No meu caso eu li a obra da Gayle Forman primeiro para depois acompanhar como ficou nas telas. O resultado me surpreendeu, mesmo que a atriz Chloe Grace Moretz, que interpretou a protagonista não se assemelhe muito a descrição do livro e em como eu a havia imaginado, atuou muito bem e soube ser a Mia Hall mais do que na fisionomia, mas na expressão, nos sentimentos e na sua ambição de ser uma violoncelista reconhecida.
Seu par, Jamie Blackley, o ator que interpretou o Adam também não fica para trás. Além de ser um dos personagens que mais gostei no livro, no filme não foi diferente não só pelo talento do Adam, mas pelo seu carisma e a forma singela que demonstrava seu amor pela Mia e eu até me perguntei várias vezes se ela merecia realmente aquele carinho, apesar de todo o drama que a envolve.
É bom mencionar que algumas coisas foram alteradas no filme, como por exemplo, o nome da banda do Adam que no livro se chama Shooting Star, e no filme tem um nome um pouco mais complicado: Willamette Stone. Mas isso não interfere na qualidade do filme. Sinceramente, acho que um dos seus pontos fortes foi como o filme foi trabalhado não só para mencionar que existe uma banda fictícia, mas digamos que houve um esforço para transmitir realidade, assim, as músicas foram compostas, com letra, melodia e tudo mais, algo que não temos acesso no livro. E o ator que interpretou o Adam puxou a responsabilidade para si e cantou de uma forma que eu queria que a Willamette Stone existisse de verdade, sério, virei fã!
Algumas cenas no hospital também foram modificadas, são retirados e incluídos diálogos que não existem no livro, algo que sempre acontece em adaptações de livros para o cinema, e um leitor ávido aponta o dedo para cada alteração não muito contente e pensando em como aquela cena deveria ser. Os avós da Mia, por exemplo, participam mais da história no livro e enquanto ela está em coma, algo pouco explorado no filme. Ah, Yo-Yo-Ma também não aparece! Mesmo assim, é uma adaptação que eu recomendo. Derramei algumas lágrimas, mas não foi nada desesperador.
E não posso deixar de dizer que diferente do que eu andei lendo pela blogosfera acho a história da Mia real. O drama de perder uma família em um acidente não é nada irreal basta ligar a televisão em um noticiário que tragédias não irão faltar. E essa coisa de ter uma experiência fora do corpo é algo tão subjetivo e até ás vezes relatado por pessoas que ficaram em coma, que não me impressionou muito, portanto, não achei algo forçado. O que toma o leitor ou quem assisti ao filme é a sensibilidade com que tudo isso é relatado, a interpretação dos atores e como a autora e os diretores, enfim toda a equipe souberam trabalhar o filme em diversos aspectos, desde a personalidade da Mia, suas roupas, sua relação com o violoncelo, a história de sua família com a música até uma trilha sonora singular e comovente.







Olha tenho que confessar que assim que li o livro eu gostei bastante, mas gostei mais da parte onde a Mia lembrava do seu passado do que dos momentos que ela passava andando pelo o hospital. Ai depois que assisti o filme fiquei absolutamente impressionada com todos os acontecimentos, porque realmente é bastante tocante e eu me emocionei quando vi ela e toda familia em volta da fogueira tocando. Até derramei algumas lágrimas rs. Será que vai ter o filme do PARA ONDE ELA FOI? Deveria ter a continuaçào né? Porque o segundo livro é tão lindo. Eu simplesmente adorei. E as músicas do filme também sào belissimas. Adorei todas.
ResponderExcluirhttp://lovereadmybooks.blogspot.com.br/2015/04/resenha-se-joga.html
Oi, Silvana!
ExcluirEu tive a mesma impressão que você ao ler o livro, os flashbacks da vida da Mia foram mais interessantes do que as partes no hospital. No filme não foi diferente, achei que as cenas gravadas enquanto ela estava em coma foram muito alteradas e apenas uma em especial me tocou e tem relação com o irmãozinho dela.
Não li ainda Para Onde Ela Foi? Mas li vários comentários de que ele é ótimo, até melhor que o primeiro. Porém não sei se terá filme e eu espero que sim!
Beijos!
Oiie, eu vi esse filme sem ter lido o livro, o que é novidade pra mim.
ResponderExcluirGostei muito e consegui imaginar como o livro seria. Não me matei de chorar, mas me sensibilizou bastante, achei bem bonitinho e fiquei com vontade de ler o livro. Queria muito que tivesse continuação, porque a história deles é muito cativante *-*
Enfim, ótima resenha! Seu blog é uma fofura!
Beijos
Eu também não chorei muito. Acho até que fiquei sensibilizada mais pelas músicas que fazem parte da trilha sonora e porque o som do violoncelo realmente me comove.rs
ExcluirObrigada pela visita, flora! Seu blog que é uma coisa lindaaa!!!
Beijos!