Título: Fazendo Meu Filme 2- Fani na terra da rainha
Autora: Paula Pimenta
Editora: Gutenberg
Páginas: 327
Basta olhar pra capa de FMF2 pra já adivinhar o que podemos esperar da continuação do filme, ops... da vida da Fani.
O primeiro livro termina com a garota em uma emocionante despedida, no aeroporto, para ir em direção a uma nova vida na Inglaterra.
Muitas garotas e garotos, tenho certeza, gostariam de ter estado no lugar da Fani. Pelo menos pra mim, fazer intercâmbio sempre foi um grande sonho durante a minha adolescência. Infelizmente não pude sair do país e vivenciar essa experiência. Mas com esse livro pude fazer isso sem sair do lugar!
Obviamente não é a mesma coisa, mas o leitor acaba por se colocar no lugar da protagonista e um ano na Inglaterra virou dois dias pra mim!
Sinceramente, no lugar da Fani eu teria aproveitado mais aquela viagem. Mas acredito que como o intercâmbio era mais um sonho da mãe dela do que da própria intercambista, a Fani não tinha muita ideia do impacto que uma viagem dessas poderia trazer.
Sinceramente, no lugar da Fani eu teria aproveitado mais aquela viagem. Mas acredito que como o intercâmbio era mais um sonho da mãe dela do que da própria intercambista, a Fani não tinha muita ideia do impacto que uma viagem dessas poderia trazer.
Ficar um ano longe da aba dos pais, dos bichinhos de estimação, dos amigos e pior do amor da sua vida não deve ser nada fácil. São tantas coisas que podem nos prender a um lugar que se torna imensamente difícil apertar o pause. Na verdade isso nem é possível, porque assim como a vida dela continuou na Inglaterra, a vida das pessoas que ficaram no Brasil também mudaram. Isso é inevitável. E que bom! Seria horrível se as pessoas não mudassem, não evoluíssem para MELHOR, é claro.
Porém, a personagem passou muito tempo remoendo o que ela supôs deixar pra trás em vez de aproveitar uma chance única de conhecer uma nova cultura, outros gatinhos, aprender outra língua e uma forma de aprendizado completamente diferente do seu país de origem.
Compreendo que um dos intuitos do intercâmbio (se não o principal) é permitir o amadurecimento do adolescente. Porém, não achei a Fani tão madura assim, apesar de tudo o que ela passou em um curto espaço de tempo. Pra mim, durante e após a viagem ela continuou uma adolescente que faz tempestade em copo d'água, tudo é motivo pra chorar e só as suas amigas podem solucionar os seus problemas seja pessoalmente ou via e-mail. Acho que não tem jeito, é algo da personalidade dela, e os filmes de amorzinho que ela tanto assisti reforçam esse comportamento.
Compreendo que um dos intuitos do intercâmbio (se não o principal) é permitir o amadurecimento do adolescente. Porém, não achei a Fani tão madura assim, apesar de tudo o que ela passou em um curto espaço de tempo. Pra mim, durante e após a viagem ela continuou uma adolescente que faz tempestade em copo d'água, tudo é motivo pra chorar e só as suas amigas podem solucionar os seus problemas seja pessoalmente ou via e-mail. Acho que não tem jeito, é algo da personalidade dela, e os filmes de amorzinho que ela tanto assisti reforçam esse comportamento.
Apesar de eu não ter percebido tanta progressão em relação ao desenvolvimento da protagonista, em uma situação que requeria isso, vou avaliar o livro com quatro butterflies, é dona Fani como o blog é meu por aqui não são estrelinhas, tá bom?!haha
Enfim, adorei conhecer um pouco da Inglaterra, seus pontos turísticos, cultura, a grade do terceiro ano do Ensino Médio que é bem diferente da do Brasil. Poxa vida, aqui é bem mais pesado, mas, por outro lado, não temos tantas (ou nenhuma) disciplinas voltadas para as artes e afazeres "básicos", como culinária, por exemplo. Dessa forma podemos não descobrir que temos aptidão pra outras áreas. Acho que essa falta de oportunidade pode prejudicar nossa escolha profissional. Percebi também que não somos tão livres e independentes como os alunos britânicos.





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