Título: A Seleção
Título Original: The Selection
Autora: Kiera Cass
Editora: Seguinte (Cia das Letras)
Páginas: 368
Há tempos desejava ler A Seleção, e quando ele caiu nas minhas mãos aproveitei cada instante de leitura. E não demorou muito já que levei dois dias pra lê-lo. Se não fosse pela faculdade, talvez eu tivesse terminado no mesmo dia.
A história é uma distopia, ou seja, o oposto da utopia onde há concordância, tolerância, equilíbrio e felicidade. Se passa em um tempo que ainda está por vir e é marcado por regimes totalitários, onde a nossa tecnologia avançou de tal modo, que sua utilidade está no controle que exerce sobre os seres humanos.
Na história as pessoas são dividas por castas 1, 2, 3 e assim por diante. Sendo que as castas mais pobres vão de 5 a 8. Cada castas também é responsável por alguma função na sociedade. A casta cinco, de America, a protagonista, é responsável pelas artes. Há também uma variedade de regras para que a população seja controlada e punida de forma severa em caso de desrespeito as normas vigentes.
Apesar de levar uma vida sem qualquer tipo de excesso e vaidade, America parece ser uma garota de dezesseis anos feliz. Até que um certo dia chega uma carta a convocando para A Seleção, uma competição transmitida para toda a Illéa (o que sobrou dos Estados Unidos da America), onde o príncipe irá escolher a sua princesa dentre trinta e cinco garotas. Sua participação não é obrigatória. Mas a sua assinatura no formulário, confirmando sua participação pode vir a ajudar a sua família financeiramente e mudar completamente sua jornada e os sonhos que por vários dias ela escondeu em seu coração. E esses sonhos incluem seu namorado secreto, Aspen.
Sem a menor pretensão de que pudesse vencer a competição ou que sua estadia no palácio pudesse se prolongar, America se inscreve. E para sua surpresa, nada foi como ela imaginou. A começar pelo príncipe Maxon.
Apesar de levar uma vida sem qualquer tipo de excesso e vaidade, America parece ser uma garota de dezesseis anos feliz. Até que um certo dia chega uma carta a convocando para A Seleção, uma competição transmitida para toda a Illéa (o que sobrou dos Estados Unidos da America), onde o príncipe irá escolher a sua princesa dentre trinta e cinco garotas. Sua participação não é obrigatória. Mas a sua assinatura no formulário, confirmando sua participação pode vir a ajudar a sua família financeiramente e mudar completamente sua jornada e os sonhos que por vários dias ela escondeu em seu coração. E esses sonhos incluem seu namorado secreto, Aspen.
Sem a menor pretensão de que pudesse vencer a competição ou que sua estadia no palácio pudesse se prolongar, America se inscreve. E para sua surpresa, nada foi como ela imaginou. A começar pelo príncipe Maxon.
"Que tipo de amigo guarda os próprios segredos enquanto faz o outro botar os dele para fora?"
O que definitivamente chamou minha atenção na história foram as reviravoltas. Além das inúmeras frases e questionamentos da America, que eu julguei descrever muitos sentimentos e partes da minha própria vida.
Percebemos também que America tem uma personalidade forte e convicções que ajudam a conquistar o príncipe, mesmo que essa não seja sua intenção.
Percebemos também que America tem uma personalidade forte e convicções que ajudam a conquistar o príncipe, mesmo que essa não seja sua intenção.
Apesar das reviravoltas algumas acontecimentos são previsíveis e de certa forma, é impossível não fazer alguma comparação com outra distopia muito famosa. Estou falando de Jogos Vorazes. A começar pela situação social e de vulnerabilidade que levam a uma numeração e divisão da população. Uma situação de descontentamento com o regime que leva ao ataque de rebeldes somado a um entretenimento para distanciar a população dos seus reais problemas. Outro ponto é o triângulo amoroso que para alguns leitores não é problema, mas para outros (e eu me incluo nesse grupo) já estão um pouco fartos.
Mas não se sintam desmotivados! O livro prende nossa atenção de forma integral de modo que ele pode entrar naquela listinha de "livros para se ler em apenas um dia".
No decorrer da história também é possível perceber um crescimento da protagonista, principalmente no que se refere as suas relações pessoais. E aprendemos com America a como ser nós mesmos, independente das circunstâncias, sem ter medo de que talvez pareçamos desinteressantes. Ser verdadeiro e honesto é sempre o melhor caminho.





Oi Sabrina!
ResponderExcluirEsse livro é um dos meus queridinhos haha
Consegui lê-lo em ima noite, comecei e não conseguia mais parar.
Enfim sou super apaixonada por essa trilogia, aposto que você também vai gostar muito dos outros dois ;)
Beijos
colecionandoprimaveras.blogspot.com
Oi, Ellem! Você tem razão, essa trilogia é viciante, os livros são fáceis e gostosos de ler!
ExcluirObrigada pela visita!
Beijos!
OiOi Sabrina :D
ResponderExcluirEu quero muito ler a trilogia, adoro as capas e me pareceu uma distopia legal :D
Concordo contigo que a premissa lembra bastante JV, mas espero que seja diferente, já que odiei JV ><
Agora que a trilogia já está toda lançada no Brasil vou pegar pra ler sim, tomara que América seja uma boa narradora :D
Curti tua resenha, beijocas ;*
@pirulitolimao | http://agarotadalivrariia.blogspot.com.br/
Odiou "Jogos Vorazes"? Não acredito!rs Gostei da sinceridade!
ExcluirTambém gosto de começar a ler séries ou trilogias depois que todos os livros foram lançados. É horrível esperar pela continuação e geralmente o intervalo de lançamentos é muito grande.
Obrigada pela visita!
Beijos!
Hey!
ResponderExcluirCom certeza sem a faculdade você leria em um dia. Foi o meu caso. Peguei pra ler nas férias e em uma tarde já tinha terminado. Eu também já estou farta de triângulos amorosos, ainda mais em livros com protagonistas como a América, que é o cúmulo da indecisão!
Beijos
http://escolhasliterarias.blogspot.com.br/
Está aí uma coisa que não suportei: a indecisão da América, poxa eu já decidi, Aspen pra sempre!rsrs
ExcluirObrigada pela visita!
Beijos!