Titulo original: The Sea of Monsters
Autor: Rick Riordan
Editora: Intrínseca
Ao
final do livro o ladrão de raios, Percy volta
para Nova York para mais um período escolar.
Surpreendentemente,
ele consegue a façanha de não se envolver em nenhuma confusão. Os monstros que
parecem estar sempre o perseguindo, parecem ter dado uma brecha.
Porém,
isso não tem acontecido nos seus sonhos.
Percy passa a ter muitos pesadelos com o amigo Grover que parece estar em perigo e devido a uma conexão ambos
conseguem se comunicar.
Em
seu ultimo dia de aula, sua mãe dar a entender que tem algo errado acontecendo
no acampamento. Mas, insiste em explicar apenas, depois da aula.
Preocupado
com que pode estar acontecendo, no único local no mundo que o nosso semideus
mais gosta, Percy nem imagina que
aqueles dias tranquilos no colégio chegaram ao fim!
Em
uma partida de queimado, na aula educação física, ele é desafiado por alunos
fortes demais, e, como esperado não se tratam de alunos e sim monstros que
tentam destruí-lo.
Graças
a Annabeth e seu único colega no
colégio o “esquisito”: Tyson (adorei ele!!!!!) Percy, consegue sair com vida do jogo.
Ao
saber o que realmente assombra o Acampamento nosso pequeno herói com a ajuda de
Annabeth e Tyson vão a uma missão não permitida que será capaz de salvar o
único local destinado a proteger os meio-sangue e, além disso, seu amigo Grover.
Bom,
quando iniciei a leitura achei que O
mar de monstros, poderia superar O ladrão de raios. Mas, o livro continuou no mesmo estilo, com suas diversas viagens mescladas com lutas contra
monstros mitológicos .
A
personagem Annabeth em alguns momentos me pareceu mais irritante e imatura.
Porém, não só ela como Percy, por exemplo, perceberam alguns de seus defeitos e atitudes dignas de vergonha. Mas para isso existe "o pedir desculpas", deixar o orgulho de lado e reconhecer seus erros. E eu acho que são essas características dos heróis que os tornam humanos. Apesar de ser uma ficção, e os personagens serem tão corajosos e destemidos, eles não são autossuficientes. Necessitam um do outro para vencer as batalhas. E assim é a vida, não é possível viver isolado. Nem que você tenha um bom escudo e uma espada como a Contracorrente. Por isso, não é difícil a nossa identificação com eles.
Porém, não só ela como Percy, por exemplo, perceberam alguns de seus defeitos e atitudes dignas de vergonha. Mas para isso existe "o pedir desculpas", deixar o orgulho de lado e reconhecer seus erros. E eu acho que são essas características dos heróis que os tornam humanos. Apesar de ser uma ficção, e os personagens serem tão corajosos e destemidos, eles não são autossuficientes. Necessitam um do outro para vencer as batalhas. E assim é a vida, não é possível viver isolado. Nem que você tenha um bom escudo e uma espada como a Contracorrente. Por isso, não é difícil a nossa identificação com eles.
Como uma
leitora, contra a qualquer tipo de preconceito, eu ficava muito irritada, com a forma como o personagem Tyson era
tratado... como um alguém esquisito, fora dos padrões e que por isso poderia ser descartado. Parecia
que ninguém enxergava o quanto ele era útil. Aprovei o jeito de menino/grandão dele, a
sua ingenuidade , lealdade, e por isso ele me conquistou.






Eu adoro aventuras mitológicas e sei que vou curtir esta série, também sou contra preconceito e acredito que sentiria o mesmo que você em relação ao personagem.
ResponderExcluirBom domingo.
Bjos!!
Cida
Moonlight Books
Estou lendo o primeiro livro agora, assim que terminar quero me aventurar nesse, espero gostar muito. :D
ResponderExcluirBeijos!
Estou te seguindo, se puder retribuir ficarei muito grato! :D
http://leituraadentro.blogspot.com.br/