26 dezembro 2013

Resenha do livro Elixir de Hilary Duff


 
Como prometido, hoje estou postando a resenha de Elixir, espero que ajudem como uma opinião para quem estava pensando em ler ou até mesmo adquirir o livro. Se tiverem críticas, fiquem a vontade para expor.

 

Inicialmente, fiquei muito curiosa e surpresa com o fato de a Hilary Duff ter escrito um livro de ficção, e não pensei duas vezes antes de comprar o livro. Achei a capa linda, principalmente, as outras duas que pertencem a trilogia. Mas, se tivesse que atribuir uma nota para o livro de 1 a 5 eu escolheria nota 3.

 

Bom, Clea Raymond, é uma garota de 17 anos que pertence a, famosa e importante, família Weston.
Filha única de uma mãe envolvida com a politica e de seu pai, um renomado cardiologista e envolvido com questões sociais. Esse, desaparece em uma viagem ao Brasil, para ser mais exata, no Rio de Janeiro. Depois de um tempo considerável de buscas, sem sucesso, o governo considera que ele está morto.
Porém, Clea vive especulando o que pode ter acontecido com seu pai e tem constantes pesadelos sobre como pode ter sido a sua morte.
Durante uma viagem com sua melhor amiga, Rayna, a Paris, acontece um incêndio em que Rayna pode ser uma vítima. Clea vai desesperadamente ao local para saber se a amiga está bem e para outro motivo, não menos importante: tirar fotos.

A personagem é apaixonada por fotografar, hobbie que herdou do ''falecido'' pai.
E são essas fotos do incêndio que dão o ponta pé para a misteriosa história. Isso porque, ao passar as fotos para o computador Clea, tem uma sensação estranha, e passa a analisá-las até perceber que em todas as fotos não só as do incêndio, mas de toda a viagem há a presença de um homem, sempre com a mesma roupa e uma expressão nada alegre.
Inicialmente, ela guarda esses fatos para ela mesma. Até que seus pesadelos com o pai são substituídos por sonhos intensos que parecem ser vidas passadas dela com o homem das fotos. E, ela passa a pensar tanto nisso, a ter devaneios que não passam despercebidos pelos seus amigos, que desconfiam que ela está apaixonada.
 

‘’Era hora de acordar: os sonhos são só um jeito de o cérebro organizar as coisas não resolvidas na vida real. A história de um fantasma me perseguindo claramente não estava resolvida, então meu cérebro o mostrou como um grande amor no meio dos anos vinte para que ele parecesse menos assustador. E tinha dado certo... eu não estava mais com medo e agora podia começar a ver aquelas fotos de um jeito mais racional.’’
 
Quando ela resolve se abrir para Rayna ela conta apenas os sonhos. Mas para Ben, um contratado da sua família para auxilia-la, além de ser um grande amigo, ela mostra as misteriosas fotos e descobre coisas que seu pai havia compartilhado apenas com Ben, para a sua segurança.

Mas como eu havia dito ela é fotografa e há um tempo passou a enviar seus portfólios em busca de trabalhos como foto jornalista. Até que ela é chamada para cobrir o carnaval do Rio. Ela fica super empolgada por poder ir até a cidade aonde seu pai tinha estado pela ultima vez, na esperança de obter mais informações e claro, fazer o que ela mais gosta, fotografar.
E é durante todo aquele clima de festa e agitação em Copacabana que ela se depara com o homem de seus sonhos, Sage, ao qual ela persegue e depois de uma longa conversa alguns pontos sobre o desaparecimento de seu pai são revelados e supostamente está relacionado com o Elixir da vida.

 
Bom, o livro em si não é ruim. A ideia dele é até interessante. Mas ele segue o ritmo de, histórias que envolvem amores eternos e reencarnação  (como, por exemplo, em livros como Fallen e Para sempre /série os imortais), aonde o casal é sempre separado devido a morte  da personagem e em algum momento, eles sempre se reencontram, depois de anos,  como alma gêmea, não soa como uma estória original.
Sem contar que o ápice parece ser sempre, como vencer esse ciclo de mortes para que eles possam ficar juntos, pelo menos para mim, estão muito ''batidas''.
Outro ponto negativo, seria as muitas descrições sobre o carnaval no Rio, são muitos detalhes sobre os desfiles que, para um brasileiro, é desnecessário e pode tornar a leitura desinteressante.
Acho também, que a personagem Rayna, devido a sua personalidade, poderia ter sido mais aproveitada e explorada. E o que definitivamente prendeu minha leitura era saber se o pai de Clea, poderia estar vivo.

 


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