Como prometido, hoje estou
postando a resenha de Elixir,
espero que ajudem como uma opinião para quem estava pensando em ler ou até
mesmo adquirir o livro. Se tiverem críticas, fiquem a vontade para expor.
Inicialmente, fiquei muito
curiosa e surpresa com o fato de a Hilary Duff ter escrito um livro de
ficção, e não pensei duas vezes antes de comprar o livro. Achei a capa linda,
principalmente, as outras duas que pertencem a trilogia. Mas, se tivesse que
atribuir uma nota para o livro de 1 a 5 eu escolheria nota 3.
Bom, Clea Raymond,
é uma garota de 17 anos que pertence a, famosa e importante,
família Weston.
Filha
única de uma mãe envolvida com a politica e de seu pai, um renomado
cardiologista e envolvido com questões sociais. Esse, desaparece
em uma viagem ao Brasil, para ser mais exata, no Rio de Janeiro. Depois de um
tempo considerável de buscas, sem sucesso, o governo considera que ele
está morto.
Porém,
Clea vive especulando o que pode ter acontecido com seu pai e tem constantes
pesadelos sobre como pode ter sido a sua morte.
Durante
uma viagem com sua melhor amiga, Rayna, a Paris, acontece um incêndio em que
Rayna pode ser uma vítima. Clea vai desesperadamente ao local para saber se a
amiga está bem e para outro motivo, não menos importante: tirar fotos.
A
personagem é apaixonada por fotografar, hobbie que herdou do ''falecido'' pai.
E
são essas fotos do incêndio que dão o ponta pé para a misteriosa história. Isso
porque, ao passar as fotos para o computador Clea, tem uma sensação estranha, e
passa a analisá-las até perceber que em todas as fotos não só as do incêndio,
mas de toda a viagem há a presença de um homem, sempre com a mesma roupa e uma
expressão nada alegre.
Inicialmente,
ela guarda esses fatos para ela mesma. Até que seus pesadelos com o
pai são substituídos por sonhos intensos que parecem ser vidas
passadas dela com o homem das fotos. E, ela passa a pensar tanto nisso, a ter
devaneios que não passam despercebidos pelos seus amigos, que desconfiam que
ela está apaixonada.
‘’Era hora
de acordar: os sonhos são só um jeito de o cérebro organizar as coisas não
resolvidas na vida real. A história de um fantasma me perseguindo claramente
não estava resolvida, então meu cérebro o mostrou como um grande amor no meio
dos anos vinte para que ele parecesse menos assustador. E tinha dado certo...
eu não estava mais com medo e agora podia começar a ver aquelas fotos de um
jeito mais racional.’’
Quando
ela resolve se abrir para Rayna ela conta apenas os sonhos. Mas para Ben, um
contratado da sua família para auxilia-la, além de ser um grande amigo,
ela mostra as misteriosas fotos e descobre coisas que seu pai havia
compartilhado apenas com Ben, para a sua segurança.
Mas
como eu havia dito ela é fotografa e há um tempo passou a enviar seus
portfólios em busca de trabalhos como foto jornalista. Até que ela é chamada
para cobrir o carnaval do Rio. Ela fica super empolgada por poder ir até a
cidade aonde seu pai tinha estado pela ultima vez, na esperança de obter mais
informações e claro, fazer o que ela mais gosta, fotografar.
E
é durante todo aquele clima de festa e agitação em Copacabana que ela se depara
com o homem de seus sonhos, Sage, ao
qual ela persegue e depois de uma longa conversa alguns pontos sobre o
desaparecimento de seu pai são revelados e supostamente está relacionado
com o Elixir da
vida.
Bom, o livro em si não é ruim. A ideia dele é
até interessante. Mas ele segue o ritmo de, histórias que envolvem amores
eternos e reencarnação (como, por exemplo, em livros como Fallen e Para
sempre /série os imortais), aonde o casal é sempre separado devido a
morte da personagem e em algum momento, eles sempre se
reencontram, depois de anos, como alma gêmea, não soa como uma estória
original.
Sem contar que o ápice parece ser sempre, como
vencer esse ciclo de mortes para que eles possam ficar juntos, pelo menos
para mim, estão muito ''batidas''.
Outro ponto negativo, seria as muitas
descrições sobre o carnaval no Rio, são muitos detalhes sobre os desfiles que,
para um brasileiro, é desnecessário e pode tornar a leitura
desinteressante.
Acho também, que a personagem Rayna,
devido a sua personalidade, poderia ter sido mais aproveitada e explorada.
E o que definitivamente prendeu minha leitura era saber se o pai de
Clea, poderia estar vivo.




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